O projeto, que aguarda sanção do governador Tarso Genro para ser instituído, considera doador regular de sangue a mulher que se submete à coleta no mínimo duas vezes ao ano e o homem que doa sangue três vezes ao ano. É necessário o registro nos hemocentros ou bancos de sangue do Estado, identificado por documento oficial expedido pela instituição, com validade anual.
“Sabemos que em determinadas épocas do ano há uma sensível diminuição dos estoques de sangue. Se for incentivada a frequência das doações, será possível tornar essa prática um hábito entre os gaúchos”, acredita Carlos Gomes, que prevê o aumento do número de doadores quando a matéria entrar em vigor.
Texto e foto: Ascom Carlos Gomes
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