Segundo a UnB, o time coordenado pelo professor Diego Aranha conseguiu "organizar os votos na ordem cronológica em que foram registrados em uma das urnas". De acordo com a universidade, desta forma, o sigilo do voto eletrônico ficou comprometido, podendo ser quebrado por quem anota a ordem dos eleitores.
O presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, afirmou que não houve violação da urna eletrônica durante o teste, porque os especialistas tiveram acesso a um código que ajudou a testar o sistema de votação. Segundo ele, o objetivo foi buscar formas de aperfeiçoamento.
"Foi dentro de um ambiente controlado. Isto numa situação real seria absolutamente impossível porque ele não teria acesso à fonte, ao algoritmo e não teria como identificar a lista com o eleitor. Nós alcançamos o objetivo e até premiamos aqueles que conseguem trazer uma contribuição para aperfeiçoar melhor o sistema. Para 2012, já teremos um algoritmo muito mais aperfeiçoado. O eleitor pode ficar tranquilo que não é uma quebra, porque esta não era uma situação real e não há como vincular a sequência de votação ao eleitor", disse o ministro.
G1
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